domingo, 22 de abril de 2018

A reprodução dos cavalos-marinhos

A reprodução dos cavalos-marinhos geralmente ocorre na primavera. Para se reproduzirem, as fêmeas dos cavalos-marinhos dão preferência ao macho de maior tamanho corporal e que tenha mais ornamentos em seu corpo.
Para que os machos consigam uma fêmea para se reproduzirem, eles também precisam atrair ela fazendo uma dança do acasalamento.

A reprodução se inicia quando os ovos da espécie são transferidos da bolsa incubadora da fêmea para a do macho, no momento do acasalamento. Os ovos, já na bolsa incubadora do macho, que se localiza na base de sua cauda, são fertilizados por esperma que o próprio macho libera lá dentro. Dois meses mais tarde, os ovos se eclodem e o macho realiza violentas contorções para expelir os filhotes, que estão dentro da bolsa incubadora dele.

Os filhotes, quando nascem, são transparentes e medem menos de um centímetro, mas com variações, dependendo da espécie. Eles sobem logo à superfície para encherem suas bexigas natatórias de ar, para poderem se equilibrar na água ao nadarem. Após nascerem, já são totalmente independentes de seus pais, mesmo sendo frágeis. Um cavalo-marinho macho geralmente gera 100 a 500 filhotes por gestação, dependendo da espécie. Geralmente, quase 97% dos filhotes de cavalos-marinhos são mortos por predadores naturais, que são, geralmente, peixes maiores.

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Cavalo-marinho

sábado, 14 de abril de 2018

Vacinação contra influenza 2018

Campanha nacional de vacinação contra a gripe espera imunizar cerca de 880 mil pessoas no RN


Campanha contra a influenza tem início dia 23 de abril. No RN, duas pessoas já morreram este ano por causa da doença.


https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/campanha-nacional-de-vacinacao-contra-a-gripe-espera-imunizar-cerca-de-880-mil-pessoas-no-rn.ghtml


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Médico Potiguar tem 6 pesquisas aprovadas em evento internacional


Nilson Mendes, teve seis pesquisas aprovadas para o 70º Congresso Anual da American Academy of Neurology. Esta é a segunda vez consecutiva que o médico tem seus trabalhos selecionados pelo comitê científico do evento que, em 2018, acontecerá entre os dias 21 e 27 de abril, na cidade de Los Angeles, na Califórnia.

Os trabalhos envolvem duas frentes de pesquisas distintas. A primeira ser refere ao tratamento de pacientes que sofrem de dores crônicas (cefaleias) utilizando técnicas de neuromodulação como a Estimulação Magnética Transcraniana Repetitiva (rTMS) e a Estimulação Cerebral Profunda (Deep Brain Stimulation – DBS). Outra área pesquisada pelo egresso da UnP é outra frente de pesquisa é sobre as complicações neurológicas causadas pela síndrome congênita do Zika. “Nós avaliamos as manifestações clínicas das crianças afetadas pela síndrome e também as imagens de tomografia computadorizada de crânio”, explica.

Nilson é o autor principal dos estudos que foram feitos com o apoio de outros pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Universidade Potiguar, Stanford University e Vanderbilt University.

Fundada em 1948, a American Academy of Neurology (AAN) é uma associação profissional internacional que reúne mais de 25 mil neurologistas e neurocientistas dedicados a promover melhorias na qualidade do cuidado aos pacientes. Anualmente, a AAN reúne os profissionais no maior encontro mundial da área.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

*DISCURSO DISCURSO DO GENERAL CHAGAS - O retrato do nosso Brasil

DISCURSO DO GENERAL do EB
A NOSSA LIBERDADE
(GEN PAULO CHAGAS)

Liberdade para quê? Liberdade para quem?
Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar?

Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e hipócritas?

Falam de uma "noite" que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à luz do dia, já dura 26!

Fala-se muito em liberdade!
Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros fumê!

Mas, afinal, o que se vê?

Vê-se tiroteios, incompetência, corrupção, quadrilhas e quadrilheiros, guerra de gangues e traficantes, Polícia Pacificadora, Exército nos morros, negociação com bandidos, violência e muita hipocrisia.

Olhando mais adiante, enxergamos assaltos, estupros, pedófilos, professores desmoralizados, ameaçados e mortos, vemos "bullying", conivência e mentiras, vemos crianças que matam, crianças drogadas, crianças famintas, crianças armadas, crianças arrastadas, crianças assassinadas.

Da janela dos apartamentos e nas telas das televisões vemos arrastões, bloqueios de ruas e estradas, terras invadidas, favelas atacadas, policiais bandidos e assaltos a mão armada.

Vivemos em uma terra sem lei, assistimos a massacres, chacinas e seqüestros. Uma terra em que a família não é valor, onde menores são explorados e violados por pais, parentes, amigos, patrícios e estrangeiros.

Mas, afinal, onde é que nós vivemos?

Vivemos no país da impunidade onde o crime compensa e o criminoso é conhecido, reconhecido, recompensado, indenizado e transformado em herói! Onde bandidos de todos os colarinhos fazem leis para si, organizam "mensalões" e vendem sentenças!

Nesta terra, a propriedade alheia, a qualquer hora e em qualquer lugar, é tomada de seus donos, os bancos são assaltados e os caixas explodidos. É aqui, na terra da "liberdade", que encontramos a "cracolândia" e a "robauto", "dominadas" e vigiadas pela polícia!

Vivemos no país da censura velada, do "micoondas", dos toques de recolher, da lei do silêncio e da convivência pacífica do contraventor e com o homem da lei. País onde bandidos comandam o crime e a vida de dentro das prisões, onde fazendas são invadidas, lavouras destruídas e o gado dizimado, sem contar quando destroem pesquisas cientificas de anos, irrecuperáveis!

Mas, afinal, de quem é a liberdade que se vê?

Nossa, que somos prisioneiros do medo e reféns da impunidade ou da bandidagem organizada e institucionalizada que a controla?

Afinal, aqueles da escuridão eram "anos de chumbo" ou anos de paz?

E estes em que vivemos, são anos de liberdade ou de compensação do crime, do desmando e da desordem?

Quanta falsidade, quanta mentira quanta canalhice ainda teremos que suportar, sentir e sofrer, até que a indignação nos traga de volta a vergonha, a auto estima e a própria dignidade?

Quando será que nós, homens e mulheres de bem, traremos de volta a nossa liberdade?

* Paulo Chagas é General da Reserva do Exército do Brasil.